25 de junho de 2007

Todo o ser humano tem a necessidade vital de se sentir amado. O amor inexplicável, arrebatador, consumidor. O amor que se sente e não se explica. O que parece que 'só acontece aos outros'.
Esta necessidade do ser humano tem de ser complementada com o desejo. A paixão ardente que faz querer mais, sempre mais. Numa insatisfação satisfatória constante. A procura pelo cheiro, pelo sabor, pelo sorriso, pelos defeitos que tornam tudo tão perfeito.

Preciso de ti.

22 de junho de 2007

Voltar a este espaço é como recuar atrás no tempo, a uma pessoa que já não sou eu. É recordar um passado que parece tão distante, umas amizades já tão esbatidas no tempo. Voltar aqui é como encarnar uma personagem já desaparecida no tempo, na novidade que é ser diferente. E conseguir ser original.

Conseguir desprender-me dos anos que passei 'contigo', foi difícil. Uma árdua tarefa, diária, constante, desesperante. Foi um lutar com todos os braços, os meus, os emprestados, os imaginários, os desconhecidos, os amigos. Passaram-se segundos, minutos, horas, dias, meses, até que eu conseguisse dizer-te 'Adeus.'.

Batalha contínua para aprender a saber a viver a vida sem as intrigas constantes, as mentiras, as hipocrisias, as falsidades. Aprender a aproveitar cada momento, a saber reconhecer as pessoas pelos seus valores, pelas atitudes. Saber ser amiga e exigir que o sejam para mim também.

A verdade é que nunca me senti tão bem. Se calhar, é daí que nasceu esta necessidade irrequieta de vir aqui. De mostrar que estou bem. Que sou melhor. Que aprendi 'o bem'.

Talvez volte aqui. Talvez não. Gostei.

17 de setembro de 2006

'O mal do mundo vem de nos importarmos uns com os outros. Quer para fazer bem. Quer para fazer mal.'

20 de agosto de 2006

Vemos em séries, em novelas, nos filmes. O olhar que atravessa a sala e a encontra, que gela os presentes, que arrepia e faz com que os ombros tremam. O encontrar numa varanda virada para o rio, num jardim elegantemente vestido de árvores majestosas, numa praia ao anoitecer. O beijo. A relação preenchida de prendinhas, de sorrisos, de abraços, de beijos. O amor de novela. Pensamos todos: 'Eu quero ter um amor de novela!'. E queremos, queremos muito, dando-nos ao descaramento de pensar que o nosso amor não é bom... porque não é de novela. Porque ele não nos bate à porta com um sorriso amoroso na cara, porque não nos despimos e beijamos à janela quando a lua cheia bate no mar, quando não acabamos os dois deitados, abraçados de manhã, quando o sol entra vigorosamente pela janela.
Eu quero um amor de novela, sim. Vivido no meu tempo real, com a minha personagem preferida: tu. Quero poder passear pela praia, não é preciso estar a anoitecer nem estarmos os dois imaculadamente vestidos de branco. Quero viver-te. Não preciso de mais nada para ser feliz, desde que estejas comigo, 'meu amor de novela'.

23 de outubro de 2005

Cheguei a um momento na minha vida em que tenho que fazer escolhas, escolher o que é melhor para mim, as pessoas com quem vale a pena partilhar momentos, as experiências, os sorrisos, as emoções. É triste pensar e chegar à conclusão que a vida é preenchida por tantas pessoas e tão poucas ficam. É díficil analisar os pontos, os pós e os contras, analisar as perspectivas em que as situações se passaram porque, no fundo, após a emoção toda passar, apercebemo-nos que somos apenas umas marionetas.
E eu não quero ser mais uma marioneta de ninguém.
Finalmente decidi que quero ser eu mesma. Porque sou muito melhor quando sou eu mesma.
Tenho pena de deixar certas pessoas, de tentar esquecer certos momentos mas quando as coisas não dão mesmo não vale a pena forçá-las...
Para os que ficaram para trás,
adeus.

28 de setembro de 2005

Tudo me indicava que nós não iríamos resultar. Os amigos, as amigas, as 'não-correspondências', o estúpido cliché 'não te quero perder como amigo'... Sempre tentámos esconder aquilo que sentíamos um pelo outro. Se calhar os outros não viam aquilo que nós sentíamos... Eu sentia-o por ti e por mim. Estas coisas só se sentem cá dentro. As borboletas na barriga, as mãos a suarem, a tremerem, a língua que ganha vida própria e diz coisas estúpidas... Desde o primeiro momento que te vi que soube que tinhas sido feito para estar comigo. Não me importava se era nesta vida ou noutra, mas tu foste, decididamente, feito para estar comigo.

to be continued...

27 de agosto de 2005

Tu és tudo.

26 de julho de 2005


A paixão não escolhe idades.

21 de julho de 2005


Body.
Encontrei-te de novo no meu caminho.
Decidi retomar este espacinho tão meu... as saudades matam-me.
Estou de volta :)

15 de janeiro de 2005



sonho - do latim somnio ; conjunto de ideias e imagens mais ou menos confusas e/ou disparatadas, que se apresentam ao espírito durante o sono; utopia ; ficção ; fantasia ; visão ; aspiração. ( ? )


9 de janeiro de 2005


Perdi o norte no rasto das nossas memórias... 17 meses de memórias, bebé.
Amo-te, a cada milésimo de segundo mais.

26 de dezembro de 2004


Happy new year :)

19 de dezembro de 2004


Muitas vezes, as coisas mais simples são as melhores. E a nossa noite foi excelente. Mesmo ao frio, à chuva, a dançar ou mesmo a praguejar a amizade está sempre lá...

Merry Christmas :)

17 de dezembro de 2004

«... não tenho muito mas o pouco que tenho é teu...»
Ouvir a tua voz cheia de sono fez-me recordar as noites que passei nos teus braços.
Aquelas noites encantadas, cheias de sono e magia onde, num sussurro profundo, me levas às estrelas e me entregas ao universo do teu ser.
É nessas noites, onde o mundo se curva aos nossos pés, que me sinto um pequeno anjo que recolheu as asas para se deliciar no teu colo.
Os meus pezinhos de lã aconchegam-se no meio das tuas pernas e a minha cabeça encaixa-se no teu peito.
Um anjo nos braços da perfeição.

12 de dezembro de 2004

Gosto destas noites frias em que podemos dar as mãos e contar histórias durante horas...
Gosto de me enroscar em ti e poder ver a Lua a reflectir-se no teu sorriso, gosto de ouvir a tua voz de contador de histórias...
Sabes, às vezes até podemos estar no silêncio, a ouvir o nosso coração bater ou a sentir cada ruguinha dos dedos, podemos até estar a passear as nossas mãos no corpo um do outro e ouvir o respirar mas, mesmo nesses momentos, estamos a contar uma história.
Não são umas histórias normais, são as nossas histórias em que cada letrinha está a ser esculpida na nossa alma.

O nosso livro nunca terá conclusão.

6 de dezembro de 2004

Hoje dei-te um papelinho dobrado em mil pedaços. Lá dentro estava escrito «O coração tem razões que a própria razão desconhece.».
Olhaste para mim e esboçaste um pequeno sorriso...

«Nós entendemo-nos muito bem
Às vezes basta um olhar... e já está...»

1 de dezembro de 2004

É nestes momentos que paramos e pensamos o que é que afinal é uma merda na nossa vida.
É nestes momentos em que nos lembramos que a vida é imprevisível e que devemos aproveitar every single moment of it.

Ontem faleceu a irmã de uma amiga minha.

Uma rapariga de 21 anos, mãe de uma bebé de 2 anos... com uma vida inteira pela frente.

É principalmente nestes momentos em que paramos e pensamos que se Deus existe como é que ele deixa coisas destas acontecerem.

Gosto muito de ti, Rita...
Os teus amigos estão aqui todos para te apoiar porque os amigos não são só para os bons momentos, estão aqui principalmente para te ajudar nos maus.

Um beijo e força de todos nós.