30 de outubro de 2007
20 de outubro de 2007
9 de outubro de 2007
8 de outubro de 2007
'Look, I guarantee there'll be tough times. I guarantee that at some point, one or both of us is gonna want to get out of this thing. But I also guarantee that if I don't ask you to be mine, I'll regret it for the rest of my life, because I know, in my heart, you're the only one for me.'
in 'Runaway Bride'
7 de outubro de 2007
Sinto que não é exactamente-isto-que-tu-queres. Eu sinto. Mas às vezes sinto coisas parvas, que não são exactamente-aquilo-que-deveria-sentir. Preciso que me digas a verdade. A verdade do que tu sentes. Para eu conseguir sentir-exactamente-aquilo-que-devo-sentir. Queria tanto que me conseguísses ler por dentro. Ver o que quero, o que sinto, o que posso ser. Quem me dera que o tempo voltasse atrás... E pudéssemos 'ser' como fomos até então.
2 de outubro de 2007
1 de outubro de 2007
In the time i would take to learn from my mistakes
In the time i will take to realize your greatness,you'll be gone, you moved on
To someone who takes the time
And now that it's much to little and so far too late
The busy signals all that's left behind
I am all alone
No one knows what they have until they don't
And by then it doesn't matter anymore
I am all alone
In the time i will take to realize your greatness,you'll be gone, you moved on
To someone who takes the time
And now that it's much to little and so far too late
The busy signals all that's left behind
I am all alone
No one knows what they have until they don't
And by then it doesn't matter anymore
I am all alone
«I know its past tense
Its been a minute since
We were a couple
And, walking and holding hands
Kisses and I love yous
Doing what lovers do
Baby
But baby that was then
Cause now we don't
Talk no more
I sit up all night
Thinkin' bout ya
And know it ain't right, baby
But I don't
I don't think, don't think that I
That I can let go
I'm holdin' on to hope
I know its a foolish thought
Think that someday she might come back
Wish on it all the time
Knowin' it never may happen
But see I'm not a fool
Cause no we don't
Talk no more»
Its been a minute since
We were a couple
And, walking and holding hands
Kisses and I love yous
Doing what lovers do
Baby
But baby that was then
Cause now we don't
Talk no more
I sit up all night
Thinkin' bout ya
And know it ain't right, baby
But I don't
I don't think, don't think that I
That I can let go
I'm holdin' on to hope
I know its a foolish thought
Think that someday she might come back
Wish on it all the time
Knowin' it never may happen
But see I'm not a fool
Cause no we don't
Talk no more»
'Let go',
Ne-Yo
Ne-Yo
4 de agosto de 2007
I really don't like the way it sounds.
A escrita sempre foi um escape. Não a uma realidade muitas vezes mais agreste do que esperávamos, mas sim aos meus sentimentos mais profundos. Sinto muito. Mas racionalizo mais. Quantifico tudo. A dor. O prazer. A luxúria. A determinação. A vontade. A preguiça. Penso nos prós, nos contras, nos mais-ou-menos, nos «e se's...». Claro que às vezes 'perco o amor à vida' e atiro-me de cabeça para coisas sem sentido. Vezes demais do que gostaria. Mas errar faz parte da vida. Quando não tenho sono, viro-me de barriga para cima e falo sozinha. Pode parecer um pouco esquizofrénico mas sinto-me reconfortada. Quase como se tivesse ali uma amiga para me ouvir e me dizer exactamente aquilo que preciso de ouvir. E falo, falo, falo. Até o sono me dominar. Ou até me esclarecer. Faz-me bem, percebo-me e fico aliviada. E na escrita também. Para além do prazer de sentir a alma a esvair-se pela caneta e penetrar a folha, adoro passar a mão por cima de uma folha escrita e sentir os altos e baixos. De a sentir mais pesada devido à tinta. De escrever na parte de trás e a sentir diferente, mais macia. É o meu prazer. A escrita. Ou a folha, só por si. As letras. Os significados. A cor da tinta. A letra (mal) desenhada. Antes escrevia em todo o lado. Nos cantos das folhas nas aulas, em guardanapos de café, em folhas soltas rabiscadas ao lado do computador. Só uns gafanhotos. Umas palavritas. E que sentido elas faziam! E depois comecei a escrever aqui. Comecei a ter 'obrigatoriamente' um tema para escrever. Qualquer coisa. Mas nada nunca me me serviu. Gosto de escrever neste espaço. Mas não gosto que julguem o que escrevo. Eu escrevo porque gosto. Porque me dá prazer. Porque gosto de ter a liberdade de escrever o que quero, como penso, como sinto. Não faço citações só 'porque sim'. Faço citações porque significam. Não procuro aqui o alívio do desabafo. Não procuro aqui nada. A não ser o gosto que me dá ver um quadrado cheio de letrinhas que digitei e que para quem sabe o que está a ler, significam tudo.

"Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um Revolucionário."
Che Guevara deve andar às voltas no túmulo. Os ideais pelos quais lutou, juntamente com Fidel Castro, desmoronaram-se. O comunismo que defendia, transformou-se rapidamente num comunismo ditatorial, num regime de opressão.
Muitos questionam a popularidade de Che Guevara. Como é possível idolatrar um homem que para fazer valer as suas ideias precisou de matar? Como é que se pode considerar um herói alguém que lutou por um regime que hoje oprime milhares de pessoas? Eu acho que é por essa mesma preserverança que muitos de nós o idolatramos. Essa sua determinação, o ar carismático, de revolucionário, de pensador intriga-nos. E faz com que todos de nós desejemos ter um pouco da humanidade (irónico, huh?), preserverança e determinação que fizeram do Che o melhor Camarada.
Hasta la vitoria siempre!
3 de agosto de 2007
Para a semana faríamos quatro anos. Um. Dois. Três. Quatro. Uma data de meses mas não uma mão cheia de anos. Mas um dia faríamos também cinco anos. E iríamos ser felizes. Como fomos durante tantos dias que estivemos juntos. Para ti, todos os dias comigo são uma vitória. Eu sinto isso, eu sei isso. Estar comigo é como estar com o tempo. Meteorologicamente (?) falando, claro. Nunca se sabe como estará amanhã. Muitas vezes até as previsões estão erradas. Não me considero um espírito rebelde ou indomável, não o sou, acredita. E também não sou assim tão independente que afirme que não preciso de ninguém. Eu preciso de alguém. De ti. Muitas vezes não sei é lidar com isso. Não é lidar contigo per se, é connosco. Ou comigo, para ser exacta. Acho que lido mal com as mudanças, com os esquecimentos, com as coisas. Não sou indomável, independente, rebelde. Tenho medo. Só isso. Medo que me esqueças, que me deixes, que descubras os meus defeitos, as minhas imperfeições. Ou que descubras o quanto te quero para mim e fiques assustado e fujas. Não quero que fujas de mim. Se calhar é por isso que me vou embora de vez em quando. Ou se calhar isto tudo está na minha cabeça. É o mais provável. Não gosto de estar no cinzento. As coisas são como são. Ou estamos ou não estamos. Nós vamos estando. É complicado estar apaixonado. Deixamos de fazer sentido. Ou pelo menos o sentido que gostaríamos de fazer. Disse isto tudo só para dizer que te amo, já viste?
27 de julho de 2007
'Nunca me deixaram antes, sabes, fui eu sempre que fugi, trancas à porta, adeus que se faz tarde. Nunca me esqueceram primeiro nem nunca amei quem não me amou. Não é presunção, é questão de me fazer todo o sentido: o Amor é um encontro de vontades no espaço sideral, é um nó que flutua, solto, mas que não se desfaz enquanto as duas pontas não se desentrelaçarem em simultâneo. Como poderia amar-te se tu não me amasses de volta? Como poderia amar-te sem conhecer, compreender e aceitar os termos do teu Amor? Se apenas eu te quisesse, o meu querer seria a ponta solta de um cabo eléctrico à deriva numa poça de água, sem rumo, apenas à procura de fazer doer a alguém. Por isso acho estranho, continuar a chorar às escondidas por ti, quando, supostamente e de acordo com todas as regras do bom-senso e da boa vida, tu já nem te lembras que existo. Que sentido faria, encolher-me os joelhos como uma miúda acossada pelos mais velhos e remeter-me, triste, o rosto entre mãos, para o canto do recreio, se tu não recordasses ainda os traços que me compõem o rosto? Seguro de que não te amaria, se não viesses igualmente ao meu encontro, se não corresses algures na minha direcção. Nunca poderia ter continuado a dar-te colo, se me tivesses virado as costas, nunca poderia amar-te as costas, o teu encolher de ombros, esse gingar de ancas desacauteladas. Não entendes? Tens de estar à minha volta, a rondar-me a teimosia, para que eu ainda me lembre de ti. Tens de, por vezes (só por vezes, é o que basta), dormir comigo e de me fingires tua companhia ao almoço, para eu ainda te ter tanto carinho. Tenho de continuar presente na vontade das tuas mãos, na ponta dos teus dedos. Se eu ainda te amo é porque nos encontramos com frequência a meio caminho um do outro, sobre um lago gelado,um campo de trigo, uma estrada deserta. Ou no reflexo de uma chávena de café, no períneo da cidade morta.'
tirado de,
www.umamoratrevido.blogspot.com
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9 de julho de 2007
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