26 de novembro de 2004

«Loving you is a like a song I replay
Every three minutes and thirty seconds of every day
And every chorus was written for us to recite
Every beautiful melody of devotion every night
It's potion like this ocean that might carry me
In a wave of emotion to ask you to marry me
And every word, every second, and every third
Expresses the happiness more clearly than ever heard
And when I play them, every chord is a poem
Telling the Lord how grateful I am cause I know him
The harmonies possess a sensation similar to your caress
If you asking then I'm telling you it's yes
Stand in love, take my hand in love, God bless.»

i wanna give u some good, good loving...

24 de novembro de 2004

«Touch me in the night time
All i want from you is love...»

Hoje, num devaneio, suspiraste «Já andamos à tanto tempo!...».
Viu-se que estavas feliz. Viu-se pela maneira como sorriste e como me apertaste [ainda mais...]. E eu senti-me feliz por sentir que tu te sentes exactamente tão feliz quanto eu.
Senti-me feliz também por saber que nós suportamos tudo, que somos suficientemente fortes para sobreviver a qualquer tempestade e que nada, nem ninguém nos irá separar.

«You make me feel so strong
All i want to do is...»

Sei que já passámos por muito... Já chorámos muito, já gritámos muito, já tentámos arrancar à força pedaços do passado, já tentámos rasgar as memórias, já tentámos [e conseguimos?]ultrapassar tantos obstáculos...
Só que também nos podemos vangloriar por nunca termos posto em causa a nossa relação, aquilo que sentimos um pelo outro e, principalmente, aquilo que fizemos um pelo outro. Que mudámos um pelo outro.

«Baby, we will never stop... Cuz u're all that i've got...»

Não consigo exprimir em palavras aquilo que tu me fazes sentir...

«You make me feel that good
and nothing else compares...»

... nem em mil anos conseguiria. Nenhuma palavra iria ser suficientemente boa para perpetuar a nossa história.
Nenhuma.
Tal como «Amo-te» não chega para exprimir tudo o que sinto cá dentro...

«All i want to do is spend a lifetime with you baby
Will you make it happen for us
You know i need your touch honey
Like the morning sun has just begun
Like the rain on my window pane
... eternally, together ...»

I love you, cupcake :)

17 de novembro de 2004

Buh!!

«-Eu não acredito no trascendental mas há coisas que me ultrapassam... Por exemplo, o S esteve em Lisboa e uma cigana leu-lhe a mão. Ele nessa altura gostava da N, assim uma rapariga mulatinha e tal... Não é que a cigana lhe disse como é que ela era, como era o prédio onde ela morava e 'em que pé' é que as coisas estavam?... Claro que ainda acrescentou que ele ia ter uma vida cheia de dinheiro!
- Também me custa acreditar nisso mas olha lá... a minha avó, quando a mãe morreu, começou a ficar muito doente, com pesadelos de noite, não conseguia comer, ouvia vozes... Tudo durante a noite. Chamou um padre...
- Um género de exorcista, né?
- Sim... Ele deitou uns fumos na casa e assim e passou. Há um tempito fui tirar o Quebranto e a minha avó aproveitou e falou com a espécie de bruxa e contou-lhe o que se tinha passado à uns anos atrás. A bruxa disse-lhe que tinha sido o espírito da mãe a tentar entrar no corpo dela por isso é que ela tinha dificuldades em dormir, comer e assim.
- Epá, é por essas coisas que eu nem sei em quê é que hei-de acreditar...
- Olha, queres saber a melhor?! O meu irmão, quando era bebézinho, só chorava... Berrava que se fartava à noite! A minha avó pegou nele e disse-lhe umas rezas, tirou-lhe o quebranto e fez mais umas coisas e o puto calou-se...
- Isto é tudo muito estranho!»
Entretanto, olhamos para o lado e estava a bruxa da minha professora de alemão a ler a sina!
Eu, que nem acredito [ou faço por não acreditar], fiquei curiosa e pedi-lhe para ela me ler a minha mão... Elá lá olhou... mexeu, passou os dedos pelas linhas e concluiu: «Vais arranjar um bom homem, vão ter uma relação MUITO longa, um tanto complicada, mas muito longa... Deixa cá ver este lado... pois, e vais ter um filho!»... [DAMN IT!JUST ONE?!]
Isto pareceu-me tudo um bocado estranho... É estranho porque não sei como hei-de acreditar que umas linhas numa mão te conseguem dizer qual vai ser o destino!...
... mas bolas, para tirar todas as dúvidas mal cheguei ao pé de ti tive que te ver as linhas das mãos!
... e o facto de teres '2 filhos' fez-me acreditar que isto de ler as sinas e essas coisas são todas uma fantochada! Hey, toda a gente sabe [até o destino!] que nós fomos feitos para ficar juntos :)

7 de novembro de 2004

Ao arrumar o meu quarto [coisa rara, muito rara!], peguei na nossa caixa de recordações.
Sem querer, ela abriu-se e as recordações espalharam-se todas pelo chão. Sentei-me no chão e peguei nelas.
Encontrei pétalas de rosas secas, rosas amarelas, vermelhas, vermelhão da cor da nossa paixão, caixas de um perfume, palhinhas das nossas férias, tudo!
Senti saudades tuas... não saudades más, claro que não, mas saudades daquelas boas :)
Saudades do que nós vivemos naquela 'semana de casados' na Figueira, do dia dos namorados [a caixa que te dei:)], das nossas noites...
Senti-me bem porque sei que, por muito que implique contigo por não me dares tudo o que eu 'quero', dás-me o mais importante: dás-te a ti..

3 de novembro de 2004

«Tu controlas toda mi verdad y todo lo que está de más
Tus ojos me llevan lentamente al sol
Y tu boca me habla del amor y el corazón
Tu piel tiene el color de un rojo atardecer
Y es por ti...
Que late mi corazón
Y es por ti...
Que brillan mis ojos hoy...»

«Son tantas cosas las que yo quisiera que tu fueras
Desde el cielo hasta el infierno, cada instante que me das
Quiero hacerlo eterno para así tenerte todo el tiempo
En cada momento, desde que despierto hasta que duermo...»

Juanes

Loucura?

Hoje, enquanto andava pela multidão, encontrei o teu rosto por toda a parte...

Tenho saudades tuas*

1 de novembro de 2004

Falei contigo ontem à noite... Não me ouviste?

Ontem à noite falei contigo... Não me ouviste?
Falei contigo baixinho, como se estivesses ao meu lado. Falei contigo baixinho, num sussurro mágico, para não te incomodar.
Não me ouviste?...
Contei-te da nossa viagem de carro pelo país inteiro... Contei-te das vezes em que abríamos a capota do nosso carro preto e cantando, espalhávamos o nosso amor pelo vento.
Contei-te das vezes em que nos perdemos naquelas camas enormes de lençóis cor de pérola lá para os lados do Alentejo... Relembrei-te dos suspiros que segredámos deitados numa manta vermelha no meio do prado verde.
Contei-te da nossa viagem até áquela praia onde nos perdemos pela primeira vez... A maneira como nos sentámos num silêncio profundo e acolhedor, a maneira como demos as mãos e nos deixámos estar assim até o mar nos levar as nossas promessas.
Não me ouviste?...
Contei-te da primeira vez que entrámos em nossa cama. Da maneira como sorriste ao ver tudo branco, mesmo ao teu gosto ou a maneira como choraste de alegria ao saber que ias ser pai de um menino chamado Rodrigo.
Contei-te da nossa viagem aos Estados Unidos onde, meios enlouquecidos, comprámos tudo o que pudemos e daquela viagem às Maldivas onde perpetuámos os nossos nomes na areia branca.
Também te contei da primeira vez que levámos o Rodrigo à escola, o Eduardo ainda era pequenino e a Beatriz ainda estava cá dentro e só dava pontapés à medida que eu crescia e me tornava num hipópotamo. Ou daquela vez em que a Beatriz deu os primeiros passos e o Rodrigo apareceu cá em casa com a primeira namorada, lembraste?...
Contei-te tantas coisas e só me lembrei dos sorrisos...
Falei contigo ontem à noite... Não me ouviste?...

Amo-te.

24 de outubro de 2004

Ultimamente tenho-me perguntado pelo «porquê» de ter este blog. Sinceramente, não cheguei a nenhuma conclusão... Acho que estou demasiado agarrada a ele, a todos os bons (e maus) momentos que ficaram aqui registados, a todas as fotografias que aqui postei mas, principalmente, estou agarrada a todos os comentários que por aqui deixaram.
Gosto do meu «bloguinho» mas não tenho tido vontade de continuar a postar...
Já pensei em mudar de «morada», começar a escrever algo mais leve num template mais vivo. Mas ainda não sei.
Seja como fôr, obrigada pelas visitas e... eu prometo voltar... um dia :)

11 de outubro de 2004


Amo-te.

6 de outubro de 2004


eu!!! :)

3 de outubro de 2004

Daydreaming.


«He's the kind of guy that would say he baby lets get away
Lets go some place oh
Where I don't, care
He's the kind of guy that will give it everything and trust your heart
Share all of your love, till death do you part
I wanna be what he wants, when he wants it
Whenever he needs it
When hes lonesome and feeling love starved I'll be there to feed him
Loving him a little bit more each day...»

27 de setembro de 2004

Trancinhas :)

Sinto-me um pouco como se tivesse voltado à infância.
Aquela em que o cheiro a terra molhada se confundia com o cheiro do doce que estava no pão, em que os choros se confundiam com os berros que ecoavam pelos corredores. Sinto-me como se estivesse no mundo em que as preocupações eram «as unhas que ficam presas no estomâgo» e o animalzinho onde tínhamos de pendurar o bibe.
É estranho olhar para ti e pensar que já partilhei tanto contigo e, no entanto, sinto que há tanto ainda por partilhar.
Nunca te disse que adoro as conversas que temos todas juntas e parece que pensamos na mesma coisa [nem que seja para refilar com o Hugo por ele nunca nos deixar falar, sabes?...], que adoro aqueles momentos na aula em que olhamos uma para a outra e fazemos um ar de enjoada. Não sei se por vergonha ou embaraço nunca to disse, por isso, digo-te aqui [num espacinho da minha alma:)], que t'adoro, adoro-te assim... muito!

:)

Parecia tudo tão real.

Parecia tudo tão real.
O soalho em madeira que rangia com os teus passos, o cheiro a morango das velas que acendíamos à noite enquanto abraçados, sugávamos os pensamentos, absorvíamos os momentos e invadíamos os recantos um do outro. As almofadas muito brancas espalhadas pela cama, a janela escancarada por onde o sol entrava de rompante e se instalava docemente por entre os lençóis ainda quentes de mais uma noite. O cheiro a café acabado de fazer que invadia o nosso mundo.
Parecia tudo tão real.
O tapete de pêlo branco em que eu insistia esfregar os pés mesmo quando tu a sorrir me fazias cócegas para eu parar. As nossas fotografias a preto e branco espalhadas ordeiramente pela sala. Os livros entreabertos que espreitavam da mesinha da sala, o jarro de rosas brancas que me tinhas oferecido.
Parecia tudo tão real.
Nós os dois sentados numas cadeiras a aproveitar o sol da manhã, de mão dada a beber café com leite. A cadela que ensonada se recostava nas minhas pernas, procurando o melhor ângulo do sol.
Parecia tudo tão real.

15 de setembro de 2004

To be or not to be [perfect]?!...

Sempre pensei, se calhar absurdamente, que a perfeição era algo inantigível. Se calhar pensava que a perfeição era algo divino, apenas permitido áqueles que, por uma ou outra razão ultrapassavam os limites dos comuns mortais, a poderiam honrar.
Enganei-me.
A perfeição não é um todo. Não é uma mistura homogénea de factores. Não é uma «pessoa». Não é algo palpável, respirável. A perfeição está em todos nós. A perfeição está numa palavra, está num sorriso, está numas pestanas longas nuns olhos lindos, verdes, grandes, cheios de vida e esperança. A perfeição está num «Bom dia!» dito com as cores do arco íris mesmo que a chuva nos molhe os sapatos. A perfeição está num abraço debaixo das estrelas, ao frio, com o rio Mondego a servir de pano de fundo. A perfeição está num beijo [mesmo que seja um beijinho à esquimó!] ou simplesmente num papelinho passado numa aula de geografia.
A perfeição não se procura, encontra-se.
É feio, é de baixo carácter, é de um acto de vandalismo «desonrar» este dom. É horrível banalizar aquilo que podemos enaltecer em nós.
Engraçado... engraçado mesmo como certas pessoas se deixam influenciar pelo comodismo que uma mentira lhes confere. Há pessoas que preferem viver numa mentira enquanto esta as satisfaz. Mas não será pecado usar um «dom» como uma arma?!... Não será pecado usar e abusar das boas intenções de quem se mostra disposto a gostar de nós pelo que realmente somos e não por aquilo que queremos ser?!...
Repugna-me conhecer pessoas que se elogiam pela mentira. Que mentem aqueles que gostam deles, que se deixam levar por uma vida de facilitismos. São covardes. Não têm coragem para lutar por aquilo que são, por aquilo que ambicionam. Não têm coragem para lutar por serem alguém diferente.
Orgulho-me de poder dizer que eu, eu sou diferente. Tenho amigos diferentes. Tenho amigos que, lá no fundo, se orgulham por serem quem são.
A perfeição não é um troféu. Não é uma conquista. A perfeição é um dom, não para os mais dotados mas sim para os verdadeiros.

14 de setembro de 2004


Olha que coisas mais lindas, mais cheias de graça :D

Xuggie bear :)
:)

Ressaca Bloguística

Eu admito. Estou de ressaca.
Admito que todos os dias escrevia o endereço do meu bloguinho com uma esperança quase esmagadora de encontrar mais um comentário, mais alguém a implorar o meu regresso ou simplesmente alguém que dissesse que só era feliz lendo o meu blog.
Nada disto aconteceu.
Mas... [há sempre um «mas»... hehehe] houve uma alma caridosa [não vou divulgar o nome aqui. Mas [hehehe] posso dizer que começa com um «E»] que me ligou e disse assim: «Se eu começar a comentar tu voltas a escrever?...», e eu «Não.». Eu sou assim. Má. Demasiado frontal. Fria. [não se iludam com os meus «beijinhos amarelinhos» que é tudo fachada :P]
Mas [hehehe], após muito reflectir, decidi voltar. Não por vocês mas por mim [que nos últimos dias me fartei de rabiscar coisas sem sentido num papelinho minúsculo onde anotei algumas palavras pass].
Portanto, meninas e meninos, i'm back :)

7 de setembro de 2004

O pano caiu. Vou-me libertar deste blog, vou-me dedicar ao melhor momento da minha vida.
A todos que me acompanharam, muito obrigada. Muito obrigada por todos os comentários, por todas as visitas.

Adeus :)